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sábado, 14 de junho de 2014
Cyro Duarte ficou sem ar ao se abaixar para pegar uma caneta no chão.
Analista de sistemas contou com o apoio da mãe para não perder o foco.
O analista de sistemas Cyro Duarte estava trabalhando quando a caneta caiu no chão. Ele inclinou o corpo para pegá-la, mas a pressão da barriga no peito foi tamanha que ele perdeu totalmente o ar. Neste momento, ele percebeu que ter chegado aos 150 quilos com apenas 24 anos estava, de fato, prejudicando sua vida. “Foi aí que a ficha caiu e vi que precisava cuidar da minha saúde. As pessoas me falavam que eu estava obeso, que precisava emagrecer, e isso me deixava chateado, mas não me fazia mudar de pensamento e ver que realmente precisava fazer algo por mim urgentemente”, diz.
Cyro conta que sempre foi gordinho, mas o ganho “gigantesco” de peso, como ele mesmo define, ocorreu mais tarde, quando passou a conciliar estudos com trabalho e tornou-se sedentário. “Me alimentava muito mal. Como tinha trabalho para fazer, o tempo era sempre corrido, pedia sanduíche, pizza e tentava a maneira mais prática.”
(Foto: Arquivo pessoal/Cyro Duarte)
Quando decidiu emagrecer, o analista de sistemas contou com uma ajuda preciosa. “Minha mãe foi a pessoa mais fundamental nesse processo. Ela já deixava toda a alimentação pronta para eu levar para o trabalho, lanche, almoço, lanche da tarde, refeição da noite. E continua até hoje. Isso foi essencial”, diz.
Com esta ajuda, mais as atividades físicas, Cyro emagreceu 20 quilos em um ano e meio. No início, as atividades físicas eram feitas com muito cuidado, para não sobrecarregar as articulações devido ao excesso de peso. Neste ínterim, ele começou a pesquisar cada vez mais sobre alimentação saudável, exercícios físicos, e passou a entender o próprio corpo. Mais um ano e meio depois, ele eliminou outros 30 quilos. Hoje Cyro pesa 100 quilos, mas ainda quer eliminar mais 10 a 15 quilos.
O analista de sistemas conta que “é muito ruim para comer”. Ele não gosta de muita coisa, por isso, tenta adaptar a dieta ao seu estilo. Apesar de não gostar de legumes e verduras, ele come. “O que eu não gosto de comer de jeito nenhum é frango e peixe. Como carne vermelha, mas de maneira reduzida, procurando uma opção sem gordura”, diz.
Hoje, a rotina de exercícios de Cyro inclui capoeira, natação, musculação e trabalho aeróbico. Ele vai à academia cinco vezes na semana e, nos finais de semana, gosta de ir ao Parque da Cidade para correr. “No início eu fazia atividade física porque precisava fazer aquilo. Insisti durante dois anos porque era preciso. Hoje eu gosto mesmo, faz parte do meu dia a dia. Se deixo de ir à academia, fico agoniado.”
terça-feira, 10 de junho de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Muitas crenças sobre perda de peso são disseminadas por não-especialistas. Algumas destas lendas, se obedecidas, podem até ser prejudiciais à saúde
esclarece mitos e verdades (Foto: Getty Images)
Muitas são as crenças disseminadas sobrealimentação e as dietas inventadas para a perda de peso. No entanto, boa quantidade daquilo que é dito pelos leigos - nossos amigos, familiares e conhecidos - não temembasamento científico. Parte dos mitos não é eficaz, e outra parte pode até fazer mal à saúde daqueles que praticam. A nutricionistaCristiane Perroni preparou uma lista de lendasque ouvimos por aí e desmitificou uma por uma. Confira:
1 - Comer carboidratos após às 18h engorda
Engordar e emagrecer é uma conta matemática entre o que você ingere e o que você gasta. Quando ingerimos menos calorias e aumentamos o nosso gasto calórico, o peso reduz. A qualidade da alimentação e o exercício físico também são importantes para determinar a qualidade do emagrecimento, poupando a perda de massa muscular e maximizando a redução da gordura corporal. Deixar de comer carboidratos à noite pode ser perigoso, pois pode aumentar o risco de beliscarmos após o jantar. À noite é o momento que normalmente temos mais tempo para comer, relaxamos e temos mais oferta de alimentos por estarmos em casa. O carboidrato deve ser 50% a 60% da nossa alimentação, pois são responsáveis pela promoção de energia e são eles: frutas, legumes, pães, cereais, batatas/aipim/ inhame, entre outros.
Comer carboidratos estimula a produção de um neurotransmissor, a serotonina, essencial para sensação de prazer, relaxamento e controle da ingestão alimentar.
Engordar e emagrecer é uma conta matemática entre o que você ingere e o que você gasta. Quando ingerimos menos calorias e aumentamos o nosso gasto calórico, o peso reduz. A qualidade da alimentação e o exercício físico também são importantes para determinar a qualidade do emagrecimento, poupando a perda de massa muscular e maximizando a redução da gordura corporal. Deixar de comer carboidratos à noite pode ser perigoso, pois pode aumentar o risco de beliscarmos após o jantar. À noite é o momento que normalmente temos mais tempo para comer, relaxamos e temos mais oferta de alimentos por estarmos em casa. O carboidrato deve ser 50% a 60% da nossa alimentação, pois são responsáveis pela promoção de energia e são eles: frutas, legumes, pães, cereais, batatas/aipim/ inhame, entre outros.
Comer carboidratos estimula a produção de um neurotransmissor, a serotonina, essencial para sensação de prazer, relaxamento e controle da ingestão alimentar.
2 - Pular refeições emagrece
A fome aumenta muito quando fazemos poucas refeições e acabamos colocando no prato preparações mais gordurosas e elaboradas e em maior quantidade do que precisamos.
Fazer 5 a 6 refeições diárias acelera o metabolismo, pois estimula hormônios e enzimas para o processo de digestão, absorção e excreção dos alimentos; chegamos com menos fome a próxima refeição conseguindo ser mais seletivo a quantidade e qualidade dos alimentos.
A fome aumenta muito quando fazemos poucas refeições e acabamos colocando no prato preparações mais gordurosas e elaboradas e em maior quantidade do que precisamos.
Fazer 5 a 6 refeições diárias acelera o metabolismo, pois estimula hormônios e enzimas para o processo de digestão, absorção e excreção dos alimentos; chegamos com menos fome a próxima refeição conseguindo ser mais seletivo a quantidade e qualidade dos alimentos.
3 - Ingerir líquidos durante as refeições dá barriga
A ingestão de líquidos nas grandes refeições promove distensão abdominal e atrapalha o processo digestivo por diminuir o contato dos alimentos com as enzimas digestivas. Temos a sensação de estarmos cheios e com abdômen “dilatado”, entretanto a gordura abdominal não aumenta. O ideal é ingerir líquidos 30 minutos antes das grandes refeições ou uma hora após. Indivíduos que não conseguem comer sem beber líquidos devem comer devagar, mastigando bem os alimentos e ingerir pequenos volumes de líquidos. Não devem empurrar os alimentos com o líquido.
A ingestão de líquidos nas grandes refeições promove distensão abdominal e atrapalha o processo digestivo por diminuir o contato dos alimentos com as enzimas digestivas. Temos a sensação de estarmos cheios e com abdômen “dilatado”, entretanto a gordura abdominal não aumenta. O ideal é ingerir líquidos 30 minutos antes das grandes refeições ou uma hora após. Indivíduos que não conseguem comer sem beber líquidos devem comer devagar, mastigando bem os alimentos e ingerir pequenos volumes de líquidos. Não devem empurrar os alimentos com o líquido.
4 - Fazer atividade física em jejum potencializa a perda de gordura corporal
A redução de gordura corporal se dá através da diminuição da ingestão alimentar (planejamento da dieta) e prática de exercícios aeróbicos, que utilizará a gordura corporal como combustível para a produção de energia. Na prática esportiva em jejum, o indivíduo se sente mais fraco e, consequentemente, diminui a performance, além do risco de ter hipoglicemia e desmaiar.
Fazer atividade física, para a maioria das pessoas, já é uma prática que requer sacrifício, dedicação e abdicação de outras atividades. Trazer mais um limite, desconforto e risco seria mais um motivo para desistir da prática regularmente. Antes de praticar exercício, o ideal é ingerir pelo menos uma fruta ou um sanduiche. Os carboidratos são de fácil digestão e fornecem energia.
A redução de gordura corporal se dá através da diminuição da ingestão alimentar (planejamento da dieta) e prática de exercícios aeróbicos, que utilizará a gordura corporal como combustível para a produção de energia. Na prática esportiva em jejum, o indivíduo se sente mais fraco e, consequentemente, diminui a performance, além do risco de ter hipoglicemia e desmaiar.
Fazer atividade física, para a maioria das pessoas, já é uma prática que requer sacrifício, dedicação e abdicação de outras atividades. Trazer mais um limite, desconforto e risco seria mais um motivo para desistir da prática regularmente. Antes de praticar exercício, o ideal é ingerir pelo menos uma fruta ou um sanduiche. Os carboidratos são de fácil digestão e fornecem energia.
5 - Banana engorda
Ao contrário do que se pensa, a banana não é um alimento de alto valor calórico. Em 100g (uma banana prata) há em torno de 90 calorias. Ela é rica em carboidratos, pobre em proteínas e gorduras. Pode e deve ser utilizada por pessoas em dietas para controle de peso.
A banana é um carboidrato de alto índice glicêmico e de fácil digestão, sendo muito utilizada antes do exercício físico para um aumento da glicose sanguínea no momento do exercício e por não “pesar” no estômago. È rica em vitaminas e minerais como a vitamina C, vitaminas do complexo B, vitamina A e potássio. Muito usada pelos esportistas para amenizar ou evitar câimbras, apesar de existirem muitos outros fatores que podem acarretar câimbra além da falta de potássio (má circulação e desidratação).
Ao contrário do que se pensa, a banana não é um alimento de alto valor calórico. Em 100g (uma banana prata) há em torno de 90 calorias. Ela é rica em carboidratos, pobre em proteínas e gorduras. Pode e deve ser utilizada por pessoas em dietas para controle de peso.
A banana é um carboidrato de alto índice glicêmico e de fácil digestão, sendo muito utilizada antes do exercício físico para um aumento da glicose sanguínea no momento do exercício e por não “pesar” no estômago. È rica em vitaminas e minerais como a vitamina C, vitaminas do complexo B, vitamina A e potássio. Muito usada pelos esportistas para amenizar ou evitar câimbras, apesar de existirem muitos outros fatores que podem acarretar câimbra além da falta de potássio (má circulação e desidratação).
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Com 109 kg, Mozart ouviu pessoas dizendo que aparentava ter 40 anos.Ele cortou alguns alimentos, reduziu as quantidades e chegou aos 89 kg.
O cearense Mozart Queiroz Neto, de Fortaleza, sempre foi um rapaz ativo. Habituado a jogar futebol e a praticar esportes desde pequeno, ele não tinha problemas com o peso.
Até que, em 2012, por causa de uma proposta de trabalho, ele precisou se mudar sozinho para Recife, onde parou de se exercitar e descuidou totalmente da alimentação. “Deixei de lado até o futebol do fim de semana. Então acabei engordando 20 quilos em um ano”, conta.
Com 109 kg na época, o engenheiro não percebia que estava acima do peso e só se deu conta quando começou a ouvir comentários de outras pessoas. “Diziam que eu estava com aparência de 40 anos, que parecia mais velho. Mas eu estava com apenas 24 anos, vivendo o início da minha carreira profissional e percebi que não podia ser daquele jeito, então decidi mudar”, lembra.
Em maio de 2013, Mozart recebeu outra proposta de emprego para voltar a Fortaleza, mas foi só em agosto que ele deu o primeiro passo na sua mudança de estilo de vida. “Quando eu morava sozinho, comia muito fast food e comida congelada. Para dar uma ideia, quando voltei para Fortaleza, vendi meu fogão e ele estava ainda novo porque nunca tinha usado”, conta. Ao retornar para a casa dos pais, no entanto, Mozart mudou sua alimentação já que a mãe sempre preparava refeições menos calóricas.
“Cortei fast food, fritura e refrigerante. De resto, diminuí só a quantidade – por exemplo, carne vermelha eu comia todo dia, então passei a comer três vezes por semana. Massas e pizzas só duas vezes por mês”, conta.
Porém, só essa redução na dieta não parecia suficiente e Mozart percebeu que precisava também começar a se exercitar. Então, em setembro de 2013, o jovem encontrou um colega de infância que não via há 8 anos e descobriu que ele era personal trainer. “Ele me orientou e me ajudou bastante”, diz. Como o trabalho exigia muito tempo e concentração de Mozart, ter um amigo do lado foi bastante útil para incentivá-lo. “Chegava em casa e queria descansar, então eu precisava de alguém para me dar um empurrãozinho”, avalia.
Depois que voltei a fazer exercício, senti que melhorei muito no futebol. O mesmo aconteceu com a corrida – no começo, eu corria 1 minuto e andava 4 minutos. Hoje corro 7 km sem parar"
Mozart Queiroz Neto
Para ajudar ainda mais, o colega de infância levou Mozart para conhecer outras pessoas que tinham o mesmo objetivo, participantes de um grupo de assessoria esportiva. “Isso me ajudou bastante e eu me interessei muito”, lembra.
Na hora de começar a se exercitar, no entanto, o jovem percebeu que o ano que ficou parado fez grande diferença em seu preparo físico, mas isso não o desanimou. “Meu corpo sentiu porque meu condicionamento não era o mesmo de quando eu tinha 15 anos. Mas como eu já gostava, não foi um choque no começo”, lembra.
Ele começou fazendo corrida de rua, pilates e treinos funcionais e, aos finais de semana, voltou a jogar bola. “Depois que voltei a fazer exercício, senti que melhorei muito no futebol. O mesmo aconteceu com a corrida – no começo, eu corria 1 minuto e andava 4 minutos. Hoje corro 7 km sem parar”, diz, satisfeito.
Porém, em dezembro, Mozart torceu o pé em uma partida e precisou parar de fazer atividade física por um mês. “Fiquei controlando só a alimentação e não engordei”, diz. Mesmo com essa parada, em cerca de 3 meses, o cearense conseguiu eliminar 20 kg e chegar aos 89 kg. Porém, a luta não para aí – ele ainda pretende perder mais 4 kg para entrar na academia e começar a fazer musculação. “Não imaginei que perderia esse peso, mas dei o meu máximo. Pode até ter sido rápido, mas exatamente por isso que tenho que tomar cuidado para manter porque para engordar pode ser rápido também”, finaliza.
Opções incluem composição nutricional de refeição com carne ou frango.
Consumo ideal varia de pessoa para pessoa. A média é de 700 kcal.
Você sabe quantas calorias você consome quando come um prato feito, o famoso "PF"? A nutricionista Juliana Lopez, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ajudou a preparar uma calculadora para você descobrir isso.
Segundo ela, o consumo médio ideal de calorias para um adulto é algo em torno de 600 a 700 calorias por almoço. Mas atenção: esse número varia, dependendo da sua saúde, do seu peso e se você faz exercícios físicos. Para conhecer melhor como você deve se alimentar, o mais indicado é consultar pessoalmente um nutricionista.
Adriana, de 31 anos, chegou aos 220 kg e foi declarada obesa mórbida.
Com a ajuda do atual noivo, ela venceu o preconceito e atingiu os 80 kg
Acostumada a um cardápio de 10 mil calorias por dia, a paulista Adriana Aparecida dos Santos, de Morungaba, teve que mudar totalmente seu estilo de vida para sair dos 220 kg.
Com obesidade mórbida, colesterol alto, diabetes, trombose e hipertensão, ela começou a ganhar peso depois da morte do marido, em 2006. “Perdi a vontade de viver e comia tudo errado. Na época, tinha só 24 anos e já pesava 130 kg”, lembra a conferente, de 31 anos.
Os anos passaram e Adriana ganhou cada vez mais peso, até que decidiu se inscrever na fila para fazer cirurgia bariátrica. “Fui me pesar em uma balança que aguentava até 180 kg e não consegui. A nutricionista disse que se eu quisesse uma vaga para a cirurgia, teria que ir ao mercado me pesar na balança de pesar bois”, conta. Sentindo-se humilhada, a paulista saiu de lá abalada e decidida a tomar uma atitude e a começar uma mudança.
Em fevereiro de 2012, ela começou a participar de um grupo de reeducação alimentar, que ajuda candidatos à cirurgia a perder peso antes de operar. Na época, ela já estava com 220 kg e, em um dos encontros do grupo, teve uma grande surpresa que mudaria totalmente sua vida. “Eu estava conversando com um rapaz há um tempo pela internet, mas tinha colocado fotos falsas minhas. Ele descobriu através de um amigo meu que eu estaria nesse encontro e foi até lá”, lembra.
Então, o rapaz ligou no celular de Adriana para identificá-la no meio dos outros, mas quando conseguiu encontrá-la, descobriu que a mulher com quem falava por internet e telefone há meses era, na verdade, outra pessoa. “Quando nos falávamos por telefone, ele percebia que eu tinha falta de ar, mas eu nunca falei que era obesa. Como ele ia me olhar tão gorda, com 220 kg?”, conta a paulista. Mesmo com a surpresa, ele a tratou bem, a abraçou e se ofereceu para ajudá-la. “Ele me passou uma energia muito positiva e pediu para eu levantar a cabeça. Mas eu não queria que ele me visse, então pedi que me desse um tempo”, lembra.
De fevereiro a julho, o casal continuou conversando por telefone, até que Adriana resolveu se mudar para Americana, onde ele morava. “Ele disse que me daria uma chance e que ia me ajudar. Então me mudei para lá com meu filho e começamos a morar juntos”, conta.
Três meses depois, os dois resolveram se mudar para Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde morava a mãe do rapaz. “Conversava com ela por telefone, mas ela não sabia que eu era obesa. Depois, eu descobri que ela disse para ele que ele estava arrumando uma pedreira na vida, uma mulher que só ia ficar doente”, diz. Por causa disso, eles acabaram voltando para Americana dois meses depois. “Ele saiu de lá muito triste porque não esperava que a família teria esse preconceito comigo”, lembra Adriana.
ansiedade; fotos mostram antes e depois (Foto:
Arquivo pessoal/Adriana Aparecida dos Santos)
Por causa de pequenas mudanças na alimentação, em novembro, Adriana já estava com 180 kg, mas continuava sem conseguir controlar sua ansiedade. Então, ela procurou um médico, que passou um remédio para ajudá-la na perda de peso.
“Ele disse que eu não ia conseguir só com a reeducação alimentar no começo. Então associei o medicamento à mudança na minha alimentação e consegui chegar aos 93 kg, que foi quando parei de tomar”, lembra.
A paulista, que estava habituada a comer 4 pães franceses com 8 salsichas no café da manhã, passou a manter uma alimentação rica em fibras e alimentos saudáveis, sem mais precisar da ajuda do medicamento. “Hoje não tomo mais refrigerante e sempre invento alguma coisa diferente”, diz. Para auxiliar na perda de peso, Adriana começou também a se exercitar na academia, onde encontrou um professor que a fez superar seus limites. “Ele foi outro anjo na minha vida e me fez ir além da minha capacidade. Hoje eu corro na rua e faço musculação”, conta satisfeita.
Fui muito discriminada e derrubei muitas lágrimas, então eu queria que as pessoas não tivessem preconceito. Os sonhos dos obesos já são pequenos demais"
Adriana Aparecida dos Santos
Atualmente com 80 kg, 140 kg a menos na balança, Adriana segue levando seu novo estilo de vida e conta que quer estudar nutrição. “Quero ser nutricionista. Amo a vida saudável e gosto de me cuidar”, diz.
Outra batalha que a paulista pretende vencer com sua história é a do preconceito contra os obesos mórbidos. “Uma vez o dentista não quis me atender porque a cadeira não me aguentava. Fui muito discriminada e derrubei muitas lágrimas, então queria que as pessoas não tivessem preconceito. Os sonhos dos obesos já são pequenos demais”, acredita.
Adriana defende ainda que a cirurgia bariátrica não é a única e nem a melhor solução. "O estômago não tem que pagar pelo que o cérebro está fazendo de errado. Se mudar o cérebro, o estômago também muda", diz. No entanto, para não ter que recorrer à cirurgia, ela ressalta que é preciso preciso ter muita regra, disciplina e força de vontade. “Sem isso, não tem como. Hoje sei que posso seguir sem o remédio e posso fazer tudo o que não fazia. Hoje estou vivendo o que deixei de viver durante 9 anos”, avalia. Fora a perda de peso, agora a paulista tem também outros motivos para comemorar – ela e o noivo planejam se casar. “Ele deixou as pessoas de lado para cuidar de mim. Foi um amigo e agora é meu noivo. Estamos juntos e vamos nos casar”, conclui feliz.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Camila, de 27 anos, pediu ajuda a uma nutricionista para montar sua dieta.
Com a nova alimentação e exercícios, ela saiu dos 90 kg para os 70 kg
pessoal/Camila Cristina Fernando Menchini)
Há quem acredite que para perder peso é preciso passar fome. No entanto, no caso da paulista Camila Cristina Fernando Menchini, de Itu, não foi bem assim – para sair dos 90 kg, em setembro de 2013, ela pediu ajuda a uma nutricionista, que ajustou seus horários de refeições e montou um cardápio de acordo com seus gostos.
"Passei vontade, mas não fome. A nutricionista colocou na dieta frutas, salada, legumes e alimentos como grão-de-bico, lentilha, hambúrguer de soja, damasco, chia, linhaça, suco de couve, sopa de couve, panqueca integral e várias outras opções. A cada 15 dias, ela também mudava de cardápio, para eu não me acostumar", lembra a assistente administrativa, de 27 anos.
Habituada a só almoçar e jantar, sempre em grandes quantidades, Camila teve que "aprender" a tomar café da manhã e a comer a cada 3 horas. "Meu celular desperta às 7h e acordo para o café. Às 10h, como alguma coisa, depois almoço e vou comendo a cada 3 horas. Se passar desse tempo, meu corpo já começa a pedir", diz.
Para não cair em tentação, porém, ela teve que fazer alguns sacrifícios, principalmente no Natal. "Comi minha comida e saí de perto. Fui a várias festas nesse período, e sempre levei minha marmita para não sair da dieta", conta.
Junto com a nova alimentação, Camila começou a correr durante uma hora, de segunda a sábado, e logo também resolveu se aventurar na academia. "Sempre comecei e nunca continuei. Mas, depois que perdi os 3 primeiros quilos, vi que conseguia mais", conta.
A vontade de emagrecer era tanta que, mesmo quando não podia sair para correr por algum motivo, a assistente administrativa pulava corda em casa. E o resultado logo apareceu: cerca de 3 meses depois, ela já havia perdido 20 kg e atingido os 70 kg, peso que mantém até hoje com seu novo estilo de vida. "Se eu perdi 20 kg, sei que posso tudo, porque sei o quanto é difícil", avalia.
Por causa do excesso de peso, a jovem sentia dores nas pernas e costas, costumava ter muita dor de barriga, queimação no estômago e vivia doente. "Não era uma vida saudável. Tinha que ter remédio na bolsa, porque, com qualquer coisa que eu comia, passava mal", lembra. Há um ano, ela chegou a ter dengue e, por causa da doença, perdeu 5 kg. "Já pesei 98 kg, foi meu máximo. Mas, quando comecei a dieta, estava com 90 kg", revela.
Muita gente acha que eu emagreci porque tomei algum medicamento ou fiquei doente, mas não foi nada disso. Apenas tive determinação"
Camila Cristina Fernando Menchini
Para tentar emagrecer, Camila tentou até tomar remédios proibidos e ficar horas sem comer – todas as tentativas, no entanto, foram malsucedidas. "Muita gente acha que emagreci porque tomei algum medicamento ou fiquei doente, mas não foi nada disso. Apenas tive determinação", destaca.
A determinação, inclusive, é um dos fatores mais importantes para ter sucesso na perda de peso, segundo a jovem. "Tem que ter força de vontade. As pessoas vão oferecer comida, não por maldade, e tem que saber recusar", ressalta.
Agora com 70 kg e nenhum problema de saúde, Camila continua com seus novos hábitos, mas diz que ainda quer perder mais 5 kg. "Penso que, se eu voltar a comer, vou comer de tudo. Então estou disposta a manter o peso", afirma. "É um sonho realizado. Tenho 27 anos e confesso que minha vida começa agora", finaliza a paulista, satisfeita.
terça-feira, 23 de abril de 2013
A prática regular da atividade física é sempre um coadjuvante importante
na luta contra os diferentes vícios que prejudicam o bem estar do homem
O mecanismo da dependência é um dos aspectos mais controvertidos e complexos estudados pela ciência. Entretanto, existem alguns fatos já comprovados e que podem contribuir para ajudar os dependentes dos chamados vícios que tanto prejudicam a saúde. Existem inúmeras pesquisas que já associaram os mecanismos de dependência a um mediador químico cerebral relacionado à sensação de prazer.
As endorfinas são neurotransmissores liberadas no sistema nervoso central que de fato provocam uma sensação de prazer ou recompensa, até difícil de ser explicada, porém capaz de criar uma dependência, neste caso prazerosa e saudável.
O que se sabe é que o exercício físico libera endorfinas desde que o mesmo seja agradável, de boa tolerância e com um mínimo de duração. O que a ciência também ensina é que infelizmente a liberação de endorfinas não está associada somente aos exercícios.
Existem evidências de que várias outras situações ou hábitos ligados ao mecanismo da dependência, também estão relacionadas à liberação de endorfinas. Parece existir um elo
comum na figura deste neurotransmissor na dependência ao fumo, ao álcool, e até mesmo na dependência às drogas.
comum na figura deste neurotransmissor na dependência ao fumo, ao álcool, e até mesmo na dependência às drogas.
Em outras palavras, o indivíduo é na realidade dependente de endorfinas, sendo que o mecanismo de liberação pode ser tanto a saudável prática de exercícios físicos como também o maléfico hábito do fumo por exemplo.
Baseado nestas evidências, a recomendação da prática de exercícios físicos é sempre um coadjuvante extremamente importante na luta contra os diferentes vícios que prejudicam a saúde. O desafio é sempre conseguir que o exercício seja feito com o prazer de praticar e não como um remédio amargo que precise ser tomado.
A proposta seria, portanto trocar a liberação de endorfinas provocada, por exemplo, pelo fumo, pela liberação de endorfinas que o exercício proporciona. Poderíamos até pensar em uma proposta aos dependentes do cigarro:
Está com vontade de fumar? Então corra!
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / Euatleta.com.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
licopeno é capaz de recuperar os músculos e regularizar níveis de açúcar no sangue
| Imagem ilustrativa: Foto: Flickr haley. s |
Você acaba de malhar e logo vai atrás de bebidas isotônicas ou energéticas para repor os minerais? De acordo com pesquisadores do Laboratório Geral de Química da Grécia, o suco de tomate pode ser a melhor fonte de substâncias capazes de recuperar os músculos da tensão provocada pelos exercícios.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram, durante seis meses, a performance e os sinais vitais de 15 atletas antes e depois do treino. Nove voluntários consumiram o suco de tomate, enquanto os outros consumiram sua bebida energética de uso habitual.
Bebida recupera músculos e regula açúcar no sangueSegundo os cientistas, aqueles que beberam o suco de tomate regularmente após treinos intensos apresentaram recuperação muscular mais eficiente e rápida, além de terem normalizado os níveis de glicose.
Licopeno: entenda os benefícios para a sua saúde
Poderoso antioxidante, o licopeno, presente no tomate, parece ser o responsável por beneficiar a musculatura após a prática de atividades físicas intensas. A substância já é conhecida por prevenir problemas cardíacos e o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram, durante seis meses, a performance e os sinais vitais de 15 atletas antes e depois do treino. Nove voluntários consumiram o suco de tomate, enquanto os outros consumiram sua bebida energética de uso habitual.
Bebida recupera músculos e regula açúcar no sangueSegundo os cientistas, aqueles que beberam o suco de tomate regularmente após treinos intensos apresentaram recuperação muscular mais eficiente e rápida, além de terem normalizado os níveis de glicose.
Licopeno: entenda os benefícios para a sua saúde
Poderoso antioxidante, o licopeno, presente no tomate, parece ser o responsável por beneficiar a musculatura após a prática de atividades físicas intensas. A substância já é conhecida por prevenir problemas cardíacos e o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Opções incluem composição nutricional de refeição com carne ou frango.
Consumo ideal varia de pessoa para pessoa. A média é de 700 kcal.
Você sabe quantas calorias você consome quando come um prato feito, o
famoso "PF"? A nutricionista Juliana Lopez, da Universidade Federal de
São Paulo (Unifesp), ajudou a preparar uma calculadora para você
descobrir isso.Segundo ela, o consumo médio ideal de calorias para um adulto é algo em torno de 600 a 700 calorias por almoço. Mas atenção: esse número varia, dependendo da sua saúde, do seu peso e se você faz exercícios físicos. Para conhecer melhor como você deve se alimentar, o mais indicado é consultar pessoalmente um nutricionista.
Aos 7 anos, após divórcio dos pais, Bruno foi ganhando peso.
Ao atingir os 134 kg, aos 21 anos, ele decidiu mudar e chegou aos 85 kg..
Quem vê o estudante Bruno Daniel Galvão Pacheco hoje não imagina que é o
mesmo rapaz que, há dois anos, conseguia comer 34 pedaços em um rodízio
de pizza.Na época com 19 anos, o jovem não tinha nenhum tipo de regra ou preocupação com a alimentação, que o fez chegar a 134 kg. “Na época, eu era dependente da comida”, conta ele, natural de Itu.
Porém, um dia em frente ao espelho, ele não gostou do que viu e sentiu que precisava mudar o estilo de vida. “Não queria ser mais daquele jeito”, lembra. Depois de um ano seguindo uma rotina diária de exercícios físicos e reeducação alimentar, ele provou a si mesmo que era capaz e conseguiu chegar aos 85 kg - 49 kg a menos na balança.
“Parei de comer frituras e massas e passei a comer muita salada e alimentos grelhados”, diz. Atualmente, acostumado com a dieta saudável, ele diz que passou a sentir prazer em alimentos que antes não gostava. “Hoje eu adoro alface, tomate, abobrinha, chuchu e cenoura, por exemplo. Não como isso forçado, como com vontade”, afirma.
Porém, para conseguir isso, ele teve que passar por dificuldades e
tentações difíceis, principalmente quando saía com os amigos para os
bares. “Todo mundo pedia porções e eu tinha que pedir um suco e um
grelhado. Mesmo na minha casa, eu deixava de comer pizza com a família”,
conta.
Bruno, que sempre fez exercício físico, só conseguiu emagrecer quando acrescentou a dieta saudável ao dia a dia. “Quando tinha 7 anos, meus pais se separaram e foi aí que comecei engordar, porque buscava refúgio na comida”, lembra. Aos 17 anos, ele já pesava 115 kg e foi proibido pelo médico de fazer qualquer atividade mais pesada, porque corria riscos de ter um problema cardíaco. “Naquela época, eu era um adolescente pré-diabético, com colesterol e pressão alterados”, diz.
Porém, anos depois, o estudante se tornou um adulto com a saúde ótima para qualquer exercício. “Com o tempo, o meu problema com a separação dos meus pais foi passando. Hoje sou mais forte”, avalia. Com a mente no lugar, ele passou a se exercitar todos os dias, misturando exercícios aeróbicos, futebol, corrida e luta. “Comecei a ver o exercício como um trabalho e, como tinha disponibilidade de horários, era mais fácil”, diz.
Um ano depois, com 85 kg e a auto-estima totalmente renovada, Bruno diz
que descobriu um potencial que não sabia que tinha. “O gordinho é
sempre o engraçado ou é nada no grupo de amigos, e eu sofri isso na
adolescência. Mas hoje eu sei do meu valor e tenho muito mais
confiança”, afirma.
Para ele, o primeiro passo é colocar na cabeça a necessidade de mudança. “Quando você quer, faz acontecer. A força de vontade, a determinação e a fé te levam além do que você imagina”, avalia. O jovem lembra-se de todos os momentos de dificuldade de um jeito positivo e diz que tudo serviu para que ele continuasse. “Quando saía para correr na rua, as pessoas passavam de carro tirando sarro e diziam que eu nunca conseguiria emagrecer, mas eu usava aquilo como um estímulo”, lembra.
Bruno alerta que a perda de peso não acontece de um dia para o outro e o ideal é que as coisas aconteçam aos poucos. “Não pode deixar a espera matar a esperança. Eu estava com aquele peso há 15 anos e sabia que não ia perder em 3 meses”, diz. Agora, com a cabeça no lugar e o novo estilo de vida totalmente estabelecido, ele diz que ainda pretende perder mais 3 kg. “Hoje estou aqui, firme, forte e principalmente feliz”, conclui.
Bruno ficou mais confiante e descobriu um potencial que não sabia que tinha (Foto: Arquivo pessoal)
Bruno, que sempre fez exercício físico, só conseguiu emagrecer quando acrescentou a dieta saudável ao dia a dia. “Quando tinha 7 anos, meus pais se separaram e foi aí que comecei engordar, porque buscava refúgio na comida”, lembra. Aos 17 anos, ele já pesava 115 kg e foi proibido pelo médico de fazer qualquer atividade mais pesada, porque corria riscos de ter um problema cardíaco. “Naquela época, eu era um adolescente pré-diabético, com colesterol e pressão alterados”, diz.
Porém, anos depois, o estudante se tornou um adulto com a saúde ótima para qualquer exercício. “Com o tempo, o meu problema com a separação dos meus pais foi passando. Hoje sou mais forte”, avalia. Com a mente no lugar, ele passou a se exercitar todos os dias, misturando exercícios aeróbicos, futebol, corrida e luta. “Comecei a ver o exercício como um trabalho e, como tinha disponibilidade de horários, era mais fácil”, diz.
O gordinho é sempre o engraçado ou é nada no grupo de amigos e eu
sofri isso na adolescência. Mas hoje eu sei do meu valor e tenho muito
mais confiança"
Bruno Daniel Galvão Pacheco
Para ele, o primeiro passo é colocar na cabeça a necessidade de mudança. “Quando você quer, faz acontecer. A força de vontade, a determinação e a fé te levam além do que você imagina”, avalia. O jovem lembra-se de todos os momentos de dificuldade de um jeito positivo e diz que tudo serviu para que ele continuasse. “Quando saía para correr na rua, as pessoas passavam de carro tirando sarro e diziam que eu nunca conseguiria emagrecer, mas eu usava aquilo como um estímulo”, lembra.
Bruno alerta que a perda de peso não acontece de um dia para o outro e o ideal é que as coisas aconteçam aos poucos. “Não pode deixar a espera matar a esperança. Eu estava com aquele peso há 15 anos e sabia que não ia perder em 3 meses”, diz. Agora, com a cabeça no lugar e o novo estilo de vida totalmente estabelecido, ele diz que ainda pretende perder mais 3 kg. “Hoje estou aqui, firme, forte e principalmente feliz”, conclui.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Lesão gera incômodo, que pode irradiar ao longo da linha do tendão. Fazer alongamento dos músculos da panturrilha é a principal forma de prevenção
A tendinite do tendão tibial posterior é uma lesão causada pelo esforço (overtraining e overuse) e degeneração do tendão por conta de uma inflamação aguda. Se não for tratada em seus primeiros sintomas de dor, pode ocorrer uma avulsão parcial (onde o tendão se afasta do osso) do anexo ao osso navicular (um dos ossos do tarso). O músculo tibial posterior passa pela parte de trás da perna e sob o maléolo medial (proeminência óssea do lado de dentro do tornozelo). Ele é usado para flexão plantar (como em subir em seus dedos) e inverter o pé (dos pés para dentro).
Causas
* Desgaste do tendão;
* Excesso de esforço;
* Pés em pronação excessiva.
Como evitar
- Usar tênis firme e estável;
- Usar palmilha para melhorar a biomecânica do pé.
Tratamento
- Alongar os músculos na parte de trás da perna (panturrilha);
- Consultar um profissional especialista em esportes, principalmente seu professor;
- Aplicar eletroterapia como ultrassom para ajudar com a dor;
- Aplicar técnicas de massagem desportiva no tendão e músculo;
- Aconselhar sobre exercício tibial posterior para fortalecer o músculo e tendão;
- Prescrever palmilha, se necessário, para corrigir a biomecânica do pé;
- Se o tendão é rompido, então ele deve ser reparado cirurgicamente
Relatos
"Já usei antiflamatório e estou, atualmente, fazendo fisioterapia e muito gelo. A lesão começou com um leve desconforto no tendão, não dei muita atenção e continuei fazendo as corridas. Usava gelo e melhorava, mas, após um período de dois meses correndo dessa maneira, resolvi parar e ir ao médico. Realizei uma ressonância e apresentou o problema. Agora, estou amargando um repouso forçado. Hoje, faz 94 dias que estou parado". Oliveira Edis (Rio Grande do Sul)
Palavra do especialista