A sessão teve “Tribuna Livre” com a socióloga Maria Ângela D´Incao que usou da palavra para mostrar sua posição, e de parte da sociedade, contrária à vinda de presídios ao Oeste Paulista, especialmente em Presidente Venceslau.
O que teria levado à socióloga ao debate foi o fato de o vereador eleito pelo PPS, Rafael Balhestero, ter encaminhado ao governador Geraldo Alckmim manifesto de que a cidade estaria pronta para receber novas penitenciárias e que, segundo ele, o governador teria sinalizado com essa possibilidade.
Na Tribuna Maria Ângela disse que a região e Presidente Venceslau, já deram sua contribuição no que diz respeito às novas unidades prisionais e que falta do governo a contra partida por ter “despejado” na região tantas delas.
Os vereadores também falaram sobre o assunto. A vereadora Denise Eloá Custódio Erbella de Castro (PSD), autora de uma lei, em 2010, que obriga à cidade a ter um plebiscito sobre o assunto, disse que o momento é de debater sobre o que o governo pode dar para a região em contra partida.
João Paulo Arfelli Rondó (PPS) foi na mesma linha e disse que a sociedade unida pode cobrar dos governantes o hospital penitenciário para atender os sentenciados da região, quartos celas especiais na Santa Casa e outras benfeitorias.
João Luiz Cola (PMDB) disse que a Lei da vereadora Denise Erbella é praticamente idêntica à sua, aprovada em 2005, que trata o assunto de novas unidades prisionais ou similares como um fato que precisa do prefeito em exercício fazer a apreciação junto à população.
Por último o presidente da Casa, Rodrigo Henrique Monteiro (PSDB), disse que não há nenhum documento da Casa Civil comunicando o Legislativo sobre a construção de novas unidades prisionais e que a notícia de novos presídios no município seria um fato apenas para chamar a atenção.
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