PolíticaO SALDO NÃO FOI BOM
Uma combinação de vários fatores fez que o carnaval se tornasse um verdadeiro tormento para os novos prefeitos da região. Em Bataguassu,Pedro Caravina que assumiu neste ano, reclamou que recebeu uma prefeitura endividada, e quase não consegue realizar o tradicional carnaval da cidade. Fez a festa, mas amargou um problema com uma arquibancada que cedeu e fez vítimas leves e uma grave que está internada em Três Lagoas. Em Presidente Epitácio, o prefeito Sidnei Junqueira Picucha, não teve tempo suficiente para dar sequência a uma festa tão grande quanto as que Furlan vinha fazendo. O carnaval acabou ficando em segundo plano e não teve o brilho do passado. Em Presidente Venceslau, onde o carnaval há vários anos vem se perdendo pela falta de interesse da população, o prefeito Jorge Duran tentou inovar com a realização de uma festa aberta no recinto da Faive, acabou não dando certo. Os fatores que cito no início da matéria são: o carnaval deste ano caiu no início de fevereiro, com poucos dias para as administrações novas organizarem uma festa popular. Outro inconveniente foi o tempo. As chuvas não deram trégua, e em Presidente Venceslau, especificamente o local com grama se torna um lamaçal. Tudo isso jogou contra a festa e ainda também em Presidente Venceslau, a justiça, devido a questão do seguro, impediu que a boate fosse aberta nos cinco dias de festa. Moral da história: para todas as cidades com administradores novos a festa da alegria se tornou um transtorno.
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